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03 abril 2015

 Estou melhor agora. Gostava que muitas coisas das quais eu não sinto absolutamente nada hoje, tivessem um destino diferente. Não que eu não tivesse lutado para que fizessem parte da minha vida, mas por alguma razão não fazem mais. Nem me lembro das vezes que bati no fundo por pensar que queria continuar a lutar, mas ao mesmo tempo, das vezes que pensei em desistir ali mesmo. Todo o esforço que fiz foram desesperos meus transformados em oportunidades estúpidas. 
 Chega a um ponto que não dá mais, quebram-se as barreiras, a paciência, esquece-se o orgulho, as pessoas, os momentos... 
 Acredito que um tudo aquilo que me ofereceram vai chegar a vocês com o triplo da amargura. Perdi-te e questiono-me: será que me importo?

25 julho 2014

  'Saudades' dizia o ecrã do meu telemóvel. Olhei o remetente e sorri. Não o fiz por seres tu, mas por já nem me lembrar mais de ti. Foi um processo longo e precisei de errar muitas vezes para aprender a lidar contigo sem me relacionar diretamente. 
  Queria que tivesse sido mais fácil. Magoei-me e magoei a única pessoa que me ama. Ele alertou-me vezes sem conta. Não me queria ver sofrer e lutar por alguém que não merecia nada de mim. Mas eu teimava em que ficasses, cheguei mesmo a não ter argumentos para explicar o porquê. Apenas que ficasses... 
  Houve momentos em que as correntes eram contrárias. Mas nem isso eu via. Lutava para que a amizade permanecesse e tu afastavas-te. Uma ação que acontecia quase em simultâneo e que baralhava todo o meu sistema, mas era óbvio para ele, e eu recusei a sua ajuda.
  No entanto, sempre ficou do meu lado, apoio-me nas minhas escolhas e disse que eu devia lutar se fosse isso que o meu coração dizia, e no momento seguinte chamava-me à razão para que eu abrisse os olhos e eu não quis. Provavelmente alguns dias mais tarde eu estaria triste e magoada. Ele perguntava-me se me encontrava bem e os meus olhos molhados mentiam, 'estou amor'. Abraçou-me só.  
  Sei que nunca irás ler uma só palavra deste texto. Mas se lesses, o meu desejo é que abras tu agora os olhos, e penses que mais ninguém merece o que me fizeste a mim. Quantas vezes mesmo é que foste embora e eu estúpida disse para ficares? Quantas vezes voltaste e eu estava aqui pronta para ser o teu porto de abrigo? As lágrimas caiem-me pelo rosto só de pensar o quão parva fui por te querer ter por perto. 
  Não me magoes. Nunca tomes a amizade por garantida. Não penses que podes ir embora e simplesmente voltar sem explicação. Não te lembres de mim.  Não voltes sequer.

13 dezembro 2013

Ponderei desistir. Quis fazê-lo!
Vi e tomei consciência que nunca seríamos aquilo que eu desejava que fôssemos. Sabia que nunca voltaria a ser a mesma pessoa contigo se parte daquele tempo não se apagava de maneira nenhuma. Já não havia prova física alguma que me levasse a esse passado, não tão distante como desejaria. Restam apenas as memórias... E agindo como se não me incomodasse, o facto de já não não existir mais nada onde me agarrar, fez-me sentir ainda pior. Eras apenas tu! Alguém que eu não queria lembrar, mas que tinha um significado enorme. Não sei porquê, mas parte de mim ainda não desistiu.

16 novembro 2013

 Eu esqueço-me de mim, às vezes. Acho que se der importância a todas as pessoas que me rodeiam e contribuir para que o seu dia seja melhor, que não preciso de pensar em mim. Lendo e pensando bem no que acabei de escrever, até parece fazer sentido, mas a verdade é que não pensando em mim, o que dou aos outros, não é suficiente, ou dizendo por outras palavras, para nada mais me deite abaixo hoje, podia dar muito mais do que aquilo que dou.
 Até me deparar com aquilo com que realmente convivo, não me apercebo que as coisas não são exatamente como idealizo: os meus amigos não vão lá estar sempre para mim, os mais próximos vão embora e voltar assim que se magoarem, as discussões que provocam vão abalar a maneira como te sentes e moderar como deves tratar a próxima pessoa que se dirigir a ti. E eu? É suposto continuar sorrindo e mostrando que o facto de irem embora não muda nada em mim? E é suposto ainda, aguentar as instabilidades, agindo como se nada fosse, sabendo que por dentro estou despedaçada? 
 "O meu estou bem significa que eu estou inteira, estou de pé, mas não significa que estou feliz."

18 outubro 2013

 Passaram duas semanas e confesso que esperava outro final. Acho que em alguma parte de mim, ainda existia uma pequena esperança, a que me movera inutilmente em direção a ti, que de certa forma, já nem estavas lá.
 A minha voz tremia quando proferi as minhas últimas palavras para ti. Arrependo-me de ter mostrado exatamente como me senti, não merecias ver-me verdadeiramente, mas não dava para fingir e muito menos esconder. Agradeço-me ainda assim, por não ter chorado e por ter tido a coragem de te olhar nos olhos e conseguir interpretar aquilo que poderia vir a ser a resposta nunca dita em voz alta. Eu preferia ouvir-te.
 Gostava que hoje tivesse a certeza que aquele ponto final nunca mais vira vírgula. Queria ter a certeza que aquele sentimento de desconhecidos não voltava a ter outro significado, qualquer que fosse ele. Queria ter a certeza de que me odeio por não te odiar. Mas não tenho essa certeza.

16 setembro 2013

 Sabem quando por algum motivo as coisas não vos correm da melhor maneira, ainda que se tenham esforçado para serem bem sucedidos?
 Recentemente tive de conformar-me com o meu reformulado futuro, não iria entrar na faculdade mas sim repetir o décimo segundo ano. Primeira reação: é só um ano, vais ver que nada muda. Digamos que durante os dois meses que se passei sem fazer nada no verão serviram para me habituar à ideia. Confesso que andava triste mas nunca imaginei que as coisas pudessem piorar assim que me deitasse na cama, no dia anterior ao meu primeiro dia de aulas. Caí em mim! Já não seria a turma com os meus amigos desde o primeiro ano, mas sim caras completamente estranhas.
 Eu acho que nunca vou conseguir explicar o porquê de tudo isto me afectar, mas sabem quando vêem os vossos amigos de infância seguirem para uma nova etapa da vida, da qual vocês não fazem mais parte? Sabem quando os nossos novos colegas só pensam na viagem de finalistas, experiência que junta todos os finalistas de uma escola e da qual, mais uma vez, eu não farei parte?
 Mas pelo menos, ainda o tenho a ele e a uma amiga para não me deixarem completamente deslocada.
 Já não me sentia assim há algum tempo. Perdida.

28 agosto 2013

 A distância faz-nos ser inseguros. Com o tempo é graças a ela que perdemos tudo o que estava preso por um único fio. É esse frágil fio que aguentamos inutilmente despedaçados. 
 Eu perco noção das vezes que engulo o orgulho para que algumas palavras surjam da parte dele... Penso que não chegara realmente a entender a sua importância. Sinto-me estúpida a maior parte das vezes, talvez por me expor demasiado a alguém que fechou as portas para mim. Destruo aquilo a que chamamos o nosso  suporte, aquele muro imaginável que me torna forte perante as pessoas que movem parte de nós para lugares que não desejamos. 
 Sempre me preocupei com o que ele pensara sobre a nossa amizade. Sempre tentei recuperar aquilo que, de certa forma, ele esquecera. E eu esquecera-me de mim! Esquecera-me de me perguntar o que realmente importava para mim, e essa é a pergunta mais importante! No entanto, tinha sido tão desvalorizada que custava só de pensar como tal pudera acontecer. Por vezes, temos de cruzar os dedos e deixar que as coisas aconteçam sem como's nem porquê's.

24 julho 2013

 Nós sentimos a necessidade de recomeçar quando o nosso consciente se mentaliza que nada mais pode ser feito. Nenhuma palavra volta à ordem que anteriormente se encontrava, e torna-se difícil pronunciá-las e aceitá-las sabendo que não farão qualquer sentido. A verdade é que nenhuma outra coisa se torna suficientemente importante ao ponto de haver a força de querer recomeçar não existindo motivos para isso. 
 Este pequeno texto começou com simples palavras quase sem rumo, e acaba com o teu nome nas entrelinhas.     


03 novembro 2011

  Já não há nada que te prenda a mim. Como se torna absurda a realidade em que vivemos; ainda nem acredito.
  Apercebi-me que as coisas não se tornam simples simplesmente porque não queremos. No fundo, temos todas as ferramentas para não tornar difíceis as coisas da vida, temos o poder de decidir que lado que queremos seguir, pois ninguém vai tomar as grandes decisões por nós. Até podem dar-te a opinião e criticar-te, mas não muda nada, pois nas tuas mãos continua a parte decisiva.
  Seguimos um caminho distante um do outro, e agora pergunto-me se algum dia se chegaram a cruzar.
  Sinto-me estupidamente frágil por me ter envolvido demasiado.
  Para tudo isto, apenas te tenho a dizer : "não desistas do difícil, o fácil é para todos!".

30 setembro 2011

  Um passo atrás. Uma visão perdida, uma palavra solta, um sorriso desperdiçado, uma oportunidade sem efeito, um mero olhar, um suspiro largado.
  Lá estava ela, a lamentar-se para si mesma. Dando um contorno maior ao obstáculo, ocultando o problema, propondo a sua solução. Lá estava ela, seguindo o seu próprio caminho, fingindo ter esquecido toda a tristeza, que no fundo, todos a encontram escrita nos seus olhos.
  Ali estava ela... Tão vazia, tão farta, tão triste, tão eu!

24 setembro 2011

  Decidi voltar a escrever sobre ti. A última vez, foi este desabafo que aqui ficou registado.

  Durante as férias, tentei interiorizar o que tinha perdido. Imaginei como seriam os novos dias, os novos intervalos, as novas aulas. Imaginei de várias maneiras, coloquei em causa todas as hipóteses, menos a realidade. Sabia que tudo ia mudar, só não sabia que isso me iria afectar tanto. Achava que os três meses, tinham sido o suficiente para tomar consciência do meu novo suposto dia-a-dia. Mas ao contrário disso, as saudades aumentavam, e a minha mente já não queria saber de formas de lidar contigo para nada.
  E agora, aqui estou eu, a tentar ultrapassar uma má fase. Tentei dar tolerância às minhas lágrimas, cada vez que me perguntaram o número (pois agora fiquei com o teu e custa-me só de escreve-lo), cada vez que fizeram comentários que o meu colega de carteira agora já não eras tu (como se eu não me lembrasse disso, a casa segundo que passasse), e ainda, quando se dirigiam a mim, dizendo que eu era mais divertida quando estavas ao teu lado. E a verdade é essa, neste preciso momento, isolei-me, deixando todas as outras coisas para trás. Ainda só passou uma semana, e isto ainda é só o início. Além destas pequenas coisas, custa ter de voltar a pegar nos livros do nosso ano, e em vez de rever a matéria, perco-me em todas as palavras que lá deixaste marcadas.
  Deixei de querer saber que me encontrava bem, e comecei a perder-me só para observar-te ao longe. O teu sorriso, ainda vivo na minha memória, vai aos poucos recordando as mais ínfimas coisas, que ao longo do ano passámos.
  Nós não estamos bem. A distância provoca-nos, e os olhares matam-me por dentro. E tu, inconscientemente, acabas por dizer as pequenas coisas que agora não são resolvidas sempre que olhamos um no outro. Se são verdades, custam aceitar. 
  Como é que eu digo a alguém que estou cansada de sentir a sua falta, tendo noção que com ele não se passa o mesmo? Isto é só o início, e eu já fui abaixo.
 


04 setembro 2011

  E não, eu não vou tentar uma última vez, e dizer que "não tenho nada a perder". Tu não mereces qualquer esforço meu e eu não mereço qualquer sofrimento vindo da tua parte . Sinceramente acho que nosso maior erro é achar que alguém necessita de nós de alguma forma, mesmo nos dando as peças suficientes para provar o contrário. 
  Andei um ano no incerto. Deste os primeiros passos comigo, e a partir de um certo momento, eu segui o caminho sozinha, enquanto tu recuavas os tantos que caminharas ao meu lado. Mas eu também parei. Olhei para trás, e observei-te ao longe, seguindo outra direcção sem um como ou um porquê. 
  Eu não merecia. Porque afinal de contas eu só fui aquela a quem tu deste a esperança necessária para continuar o rumo sozinha, apenas fui aquela a quem tu criaste um mundo à parte, porque eu apenas fui quem tu conseguiste iludir com os raros gosto muito de ti, vindos de ti. Eu apenas era essa, que no fundo não tinha qualquer significado. Agora é a minha vez de fazer o caminho de regresso.

30 agosto 2011

  Acredito que não seja de um dia para o outro que tudo mude. Nunca nada assim foi, também não posso acreditar que agora seja diferente. Mas já decidi que te queria deixar para trás, e isso já conta como um primeiro passo dado.
  Apaguei todas as nossas conversas do ano passado que me fizeram sonhar, apaguei todas as tuas fotos, rasguei todos os textos que na altura fizera para ti. Foram pequenos gestos em que precisei de muita coragem.
  Agora, falta o mais importante, aquilo que o coração não quer apagar!
  Custa, mas mais ainda que tudo isto, é saber que eu ainda penso em ti!


25 agosto 2011

  Avança mais um passo. Vem ter comigo. Só hoje . Como se nunca tivesse havido uma oportunidade assim. Conta-me o que se passa contigo. Diz-me o que pensas sobre nós.
  Não deixes que o mundo lá fora te distraia. Não deixes que os outros façam as tuas escolhas. Olha-me nos olhos, e diz-me o que sentes.
  Deixa-me poder perder a noção das horas, do tempo que faz à nossa volta. Deixa-me perder  nos traços do teu rosto, tocar nos teus cabelos escuros e suaves, ou simplesmente admirar-te sem que digas qualquer palavra.
  Alguma vez pensaste em mim? Não digas que não, pois eu não irei acreditar. Sê honesto comigo, não te peço mais. Só hoje .

  Eu seria capaz de te dizer isto se me deixasses; se desses oportunidade aos teus olhos falarem. Mas tu simplesmente ignoras cada gesto, e sais da situação como se nunca te tivesses apercebido que entraste nela.
  Eu tentei, e tu não deixaste. Era só hoje .
  Agora lembra-te: nunca me peças para falar sobre aquilo que um dia eu tanto te quis contar. Pois nesse dia, já será tarde de mais.

09 janeiro 2011

Estou cansada disto, ainda agora começou o ano, e já estou com aqueles pensamentos de quem quer sair daqui. Queria arranjar forças para encontrar o meu equilíbrio, forças para ignorar tanta coisa, e não consigo.
Neste momento, tudo corre mal. Faço tudo mal aos olhos deles. Metem defeitos a toda a hora, e sinceramente estou farta. Se pudesse, já não estaria aqui.
O meu dia hoje foi péssimo, passei-o a chorar, e tranquei-me no quarto, sabendo que isso não me ajudaria, sabendo que as coisas não iriam melhorar fechando apenas os olhos. Estou exausta emocionalmente. Nunca pensei que me deixasse abater, e estivesse agora no fundo do poço à espera que alguém me compreenda e me venha levantar.
Queria tanto fugir às tuas críticas, na verdade, queria fugir de tudo!



12 dezembro 2010

Não vais desistir agora, tens ainda uma segunda oportunidade, uma chance de mudar tudo.
Alguém vai olhar para o lado e, encontrar um certo e um errado, um sim e um não, um consigo e um não consigo. Vais olhar para o bem, tendo o desejo de infringir a lei, vais tentar dizer não quando no fundo, o teu coração pede um sim, vais dizer que não consegues, desistindo daquilo que queres. Respira.
As tuas vantagens são óbvias. Mas as tuas desvantagens ainda mais, e agora?
Corta caminho, opta pelo que mais anseias. Vais querer segui-lo e atingir o impossível.


Falar é bastante fácil.

03 dezembro 2010

Ando à imenso tempo para escrever algo, mas a vontade não é assim tanta, e o tempo passa a voar.
Depois do que passei na última semana de Novembro, tenho preocupações suficientes para o resto do ano.
Os dias em que andava de mau humor voltaram, e sim, sou mesmo uma pessoa insuportável, quando assim estou. Não respondo ao que me perguntam, não sorriu, não tenho paciência para brincadeiras, não sou de todo simpática, não consigo fingir, sou ainda mais directa, enfim.
Estou a precisar de umas férias o mais rápido possível. Preciso de um espaço só para mim. Preciso de uns dias só para pensar no que quero, no que sinto, nos meus objectivos, nos meus limites, e no meu bem estar!

15 outubro 2010

Fiz tanto, e no fim, o resultado é um obstáculo que não me deixa avançar para qualquer lado. Tento qualquer direcção, mas há sempre um stop que me faz parar, há sempre algo que faz com que recue dois passos, quando apenas tinha consegui conquistar um.
São pequenas coisas que me desmotivam. Os problemas acumulam, a vontade diminui, e o coração fala baixo, sem objectivos certos e alcançáveis.
Depois de tanto, de que me vale continuar a tentar, continuar a encontrar novas formas de fugir de ti?

09 outubro 2010

Ver-te não me faz bem, eu pedi, pedi muito, mas as coisas não mudaram. Tento fugir ao teus olhos e ao teu sorriso, mas passam por ele o meu olhar pouco discreto. Custa-me ver-te demasiado independente, deixando para trás qualquer outra recordação (in)significante. Não consigo tomar qualquer decisão, e tu não ajudas.


23 setembro 2010

simplesmente mal

Ontem explodi. Depois de tudo o que tentei acumular, depois de tudo o que tentei esconder de vocês, não aguentei, não deu para esconder mais, foi inevitável.
Andava tão sensível, que às mínimas palavras, os meus olhos automaticamente davam o seu sinal.
A culpada agora sou eu, quem faz as coisas sem
pre mal, continuo a ser eu, que tem um feitio impossível e não é nada de jeito, sou novamente eu, impressionante. Não sou perfeita, NINGUÉM o é, mas obrigada por me terem dado a informação das coisas que fazia mal todas de uma vez.
Ninguém pergunta se é normal andar de mau hu
mor nestes últimos dias, ninguém quer saber. Se calhar, acham que a Inês que andava sempre a rir e com motivos para ser feliz, tirou umas férias, e agora, tentam habituar-se à Inês que anda sempre com um feitio impossível, com um mau humor insuportável... Só não sabem que isso pode prolongar-se, enquanto tento apenas, desabafar com alguém que se preocupe com o meu estado, com vontade de querer saber dos meus problemas.
Estou tão farta, juro. Estou neste mundo, porque não há mais nenhum para se estar!