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19 setembro 2014

  Confesso que muitas vezes me questiono pela maneira que vejo os outros a encararem certas situações. Sei que o ser humano tem uma capacidade de reacção imensamente variada, ou seja, o que está certo para mim, poderá não estar mais para o outro, mas fogo, há coisas básicas, tão universais que custa acreditar que sejam diferentes para alguém. 
  Recentemente, por motivos que nunca imaginei, coloquei-me na posição de uma amiga. E a verdade é que não foi assim tão difícil. O que ela sentia, já eu tinha sentido antes, em condições distantes da dela, com outros sentimentos. As suas palavras soavam-me, precisamente, como eu imaginei que soariam. E eu pensei, como teria ele a ousadia de não perceber que estava errado, se estava a perder as pessoas de quem mais gostava, quase sempre pelo mesmo motivo?. É aquela universalidade, que a meu ver não teria outra interpretação, mas talvez tivesse... Com o tempo deixava de fazer sentido. Indicar o caminho certo não significa nada se só vemos o que queremos ver.

07 julho 2014

  E os dias passaram. Nada parou. Nem sei onde me encontro agora. 
  Quero acreditar que estou numa situação menos complicada que no meu ano anterior, no entanto não me sinto livre disso e a sensação não é a melhor de sempre. Decidi manter a minha vida em modo de espera  e parece que acabei por perder um ano da minha vida. 
   Há coisas destinadas para cada um de nós. Quem sabe se o melhor ainda está para vir (sinto-me muito melhor se pensar assim).

16 maio 2013

Sempre achei que por algum motivo, as pessoas teriam de decidir entre dois caminhos. Eu acreditava que após tirar à sorte entre dois papéis saberia fazer a minha escolha, pois caso saísse aquele que não me agradava eu optaria pelo outro achando que essa seria a minha melhor opção.Tinha dez anos. Hoje não há mais dúvidas que escolher acaso um papel não vai definir se faço ou não a melhor escolha. Passaram-se oito anos. Qual é o plano agora?

30 julho 2012

Já passavam das duas horas. Olho o telemóvel: sete minutos precisamente. Nenhuma mensagem tua, nenhuma chamada. Não havia qualquer sinal teu. Não me espantava de certa forma.
Os dias, os nossos dias, por estranho que pareça, não pareciam ser mais nossos. As saudades eram imensas. 
Sentia os dias passarem devagar. Deitava-me sobre a cama desconhecida, fechava os meus olhos, e lá estavas tu, mais uma vez, a preencheres-me todos os espaços vazios que a distância insistia em dar. Era isso que custava, ter que todos os dias, conquistar aquele espaço, aquele vazio, mas eu estava disposta a fazê-lo, por nós! Lembrava-me todos os dias da tua mensagem: "acredito que se tu quiseres ainda vamos ser felizes!" e deve ser por ter a certeza que o quero ser, que continuo aqui para ti, do teu lado! 

05 março 2011

Já não sei o que é melhor para mim, o melhor para ti, o melhor para nós.
Não consigo perceber a maneira como consegues esquecer e suportar tantas coisas ao mesmo tempo. Não sei como consegues fingir tão bem, e isso custa-me.
Frequentar os mesmos espaços já não serve de nada; passar um pelo outro é sinal de olhares e sorrisos , nada mais.
Ando há dias, a tentar falar daquilo que não consigo, e sinceramente, já não sei que vou por em risco aquilo que agora está bem; não irei ganhar nada se já não me perceberes, e a verdade é que, ou as coisas vão correr muito bem, ou provavelmente muito mal, tenho algumas certezas.
Sei que não vais mudar, sei que não vais voltar, sei que já não existe nada ...
É natural que deixe de tentar, e peça coisas reias aos meus sonhos.


12 dezembro 2010

Não vais desistir agora, tens ainda uma segunda oportunidade, uma chance de mudar tudo.
Alguém vai olhar para o lado e, encontrar um certo e um errado, um sim e um não, um consigo e um não consigo. Vais olhar para o bem, tendo o desejo de infringir a lei, vais tentar dizer não quando no fundo, o teu coração pede um sim, vais dizer que não consegues, desistindo daquilo que queres. Respira.
As tuas vantagens são óbvias. Mas as tuas desvantagens ainda mais, e agora?
Corta caminho, opta pelo que mais anseias. Vais querer segui-lo e atingir o impossível.


Falar é bastante fácil.

07 setembro 2010

rapazes!

No outro dia, fui exposta a mais um daqueles enormes problemas que os rapazes têm, as suas neuras insuportáveis. Para não escapar à regra, calei-me e tentei perceber alguma coisa do que me queria dizer. Mas como sempre, a razão é quase sempre a mesma, ignorância, ciúmes, arrogância, e muito blá blá blá como desculpas.
Enfim, rapazes são rapazes!

29 agosto 2010

um até já .

Faltam duas semanas. Apenas duas semanas, para passar a ver-te todos os dias, duas semanas para voltar a lutar pela minha felicidade verdadeira. Neste momento, quero acreditar que está tudo bem, mas na verdade, estou cada vez mais confusa, e são agora as pequenas coisas que mudam tudo. Se calhar, estou a precisar de tempo para idealizar todas estas coisas que acontecem sem eu estar à espera. Preciso de tempo para voltar à normalidade da minha vida, preciso da estabilidade que sempre consegui ter. Talvez me ausente alguns dias, para pelo saber a quem me dirigir directamente nos meus próximos textos.