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08 setembro 2011

  Por vezes, esquecemos do quanto precisamos deles. Esquecemos o quanto nos faz sentir bem estar apaixonadas, receber um beijo entre palavras, um abraço de surpresa. Esquecemos tudo isto, porque quando nos desiludimos, a dor causada, é inúmeras vezes pior. 
  Normalmente, quando acaba, isolamos-nos  e deixamos de pensar no quão bom foi estar a seu lado. Queremos saber o motivo da sua partida, e com o passar do tempo, não havendo de todo uma desculpa aceitável, fingimos ter passado à frente, fingimos só nos lembrar dos bons momentos, e sorrimos em vez deixar uma lágrima. 
  Compreender-nos, não passa apenas de ouvir e concordar com o que desabafamos. É muito mais que isso, e talvez por essa razão, nunca chegam a entender o que realmente pensamos. 
  Sempre que quisermos falar de algo de uma maneira mais indirecta, podemos esquecer. Porque só quando colocarmos sobre a mesa aquilo que queremos verdadeiramente falar, é que nos vão compreender. Ou seja, ser cem por cento clara, para que nunca percamos a paciência. 
  E ainda, não vale a pena tentar ver as entrelinhas nas suas mensagens ou, tentar procurar um segundo significado nas suas frases. Eles optam sempre pelo mais simples. 
  Se fosse por isto que nos chamassem de complicadas, até podíamos considera-lo um elogio, não?

07 setembro 2010

rapazes!

No outro dia, fui exposta a mais um daqueles enormes problemas que os rapazes têm, as suas neuras insuportáveis. Para não escapar à regra, calei-me e tentei perceber alguma coisa do que me queria dizer. Mas como sempre, a razão é quase sempre a mesma, ignorância, ciúmes, arrogância, e muito blá blá blá como desculpas.
Enfim, rapazes são rapazes!